© 2025 Ministério da Agricultura e Pecuária. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens desta obra é do autor.
Ano 2025
Elaboração, distribuição, informações:
Ministério da Agricultura e Pecuária
Secretaria de Defesa Agropecuária - SDA
Departamento de Serviços Técnicos - DTEC
Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo, Ala B, 4º andar, sala 433
CEP: 70043-900, Brasília - DF
www.agricultura.gov.br
e- mail: cgal@agro.gov.br
Central de Relacionamento: 0800 704 1995
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Macroprocesso: Laboratórios |
Objetivo: Estabelecer os métodos oficiais de análise de amostras de Vinhos, Bebidas e Fermentados Acéticos destinados aos laboratórios oficiais e credenciados da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários. |
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Processo: Análises Laboratoriais |
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Entrega: Segurança e qualidade de alimentos |
Público alvo e demais interessados: Laboratórios Oficiais ou Credenciados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) |
Versão do documento: 4 |
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Setor responsável e responsabilidades A Coordenação Geral de Laboratórios Agropecuários do Departamento de Serviços Técnicos é responsável pela elaboração, atualização e envio para aprovação deste manual, tendo responsabilidade quanto aos procedimentos descritos no documento. |
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N/A
Este Manual aplica-se à Área de Identidade e Qualidade de Alimentos - IQA:
A determinação de resíduos e contaminantes (agrotóxicos e micotoxinas) em Vinhos e Bebidas segue as diretrizes da área de Resíduos e Contaminantes (RCA) da CGAL.
O presente manual possui vigência e prazo indeterminado e será revisado sempre que necessário, no mínimo a cada 5 anos, pela Coordenação Geral de Laboratórios Agropecuários do Departamento de Serviços Técnicos (CGAL/DTEC).
A gestão desse manual está sob a responsabilidade da CGAL/DTEC que prestará auxílio ao público alvo leitor dúvidas e/ou sugestões quanto à aplicação deste manual devem ser submetidas ao Departamento responsável.
A publicação e atualização das versões na plataforma oficial da SDA para acesso pelo público alvo será de responsabilidade da Secretaria representada pelo DTEC.
Os parâmetros e critérios descritos neste documento devem ser observados por todos os laboratórios que realizam ensaios em Vinhos, Bebidas e Fermentados Acéticos pertencentes à Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários, sejam laboratórios oficias sejam laboratórios credenciados.
Laboratórios que pretendam solicitar credenciamento ou ampliação de escopo também devem atender aos requisitos presentes neste Manual e às normativas específicas da CGAL, no que tange aos procedimentos operacionais aplicados à área de BEV e ao de credenciamento de laboratórios do MAPA em vigor.
O Objetivo do Manual é o de publicar os métodos analíticos que devem ser utilizados pelos laboratórios oficiais e credenciados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), na execução das análises demandadas pela Defesa Agropecuária.
¶ Nota: Quando o critério de avaliação for qualitativo (presença/ausência), os resultados analíticos devem ser reportados como “ausente” sempre que o analito não for detectado pelo método analítico empregado. Adicionalmente, informar o Limite de Detecção (LD) do método, quando cabível, a fim de garantir transparência quanto à sensibilidade analítica. Nesses casos, a forma mais adequada de apresentação do resultado é: “Ausente (< LD)”. Quando o analito for identificado, o resultado analítico deve ser reportado como “presença”. Quando o analito for identificado e quantificado pelo método analítico empregado, o resultado analítico deve ser reportado como “presença” e, adicionalmente, informar a concentração do analito. Nesse caso, informar "o limite de quantificação (LQ < )"
Utilizar a referência AOAC 935.15. Reportar cor, intensidade da cor, odor e sabor.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 982.10, IAL 217/IV, OIV-MA-BS-01, OIV-MA-BS-02, OIV-MA-BS-04, OIV-MA-BS-06, OIV-MA-AS-312-01A. Expressar o resultado em % v/v a 20 °C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-BS-08. Expressar o resultado em % v/v a 20 °C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 216/IV, OIV-MA-BS-04. Expressar o resultado em g/cm3. Reportar o resultado com (pelo menos) quatro casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 968.09, AOAC 972.10, OIV-MA-AS315-27, OIV-MA-BS-14, IAL 228/IV. Expressar o resultado para: Ésteres em acetato de etila; Aldeídos, em aldeído acético; Álcool superior (somatório de álcool n-propílico, álcool iso-butílico e álcoois iso-amílicos), em mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Os métodos OIV-MA-AS315-27, OIV-MA-BS-14, OIV-MA-AS315-27 podem ser utilizados para determinação de furfural e acroleína total, desde que validados.
Utilizar o método descrito na referência Dec. 6871/2009, Capítulo VII, artigo 13.
Expressar o resultado em mg/100 mL de álcool anidro (a.a). Reportar o resultado com uma casa decimal.
Cálculo = (A + S + D + ES + F), onde A = acidez volátil mg/100mL de álcool anidro (a.a), S = Soma de álcoois totais mg/100 mL de a.a, D = Aldeídos em mg/100 mL a.a, ES = Ésteres em mg/100 mL a.a e F = Furfural em mg/100 mL a.a.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 945.08C, IAL 223/IV, OIV-MA-BS-12. Expressar o resultado mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-02. Expressar o resultado em g/L de ácido acético. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS313-01, IAL 221/IV, OIV-MA-BS-12. Expressar o resultado mg/100 mL álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-03. Expressar o resultado em mg/100 mL álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 945.08B, IAL 222/IV, OIV-MA-BS-12. Expressar o resultado em mg/100 mL álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar os métodos descritos nas referências AOAC 960.16 e OIV-MA-BS-14. Expressar o resultado em mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 972.11, IAL 228/IV, OIV-MA-AS315-27, OIV-MA-BS-14. Expressar o resultado em mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência AOAC 958.04. Expressar o resultado em mg/100 mL de álcool anidro. . Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS311-03, OIV-MA-BS-11. Expressar o resultado em g/L em sacarose. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 239/IV e 240/IV, OIV-MA-AS311-01A. Expressar o resultado em g/L em sacarose. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-BS-10. Expressar o resultado em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 218/IV, OIV-MA-BS-09. Expressar o resultado em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 982.09 - 525 nm; AOAC 956.02 - 430 nm . Expressar o resultado em unidades de intensidade de cor.
Utilizar o método descrito na referência AOAC 955.18 - 430 nm. Expressar o resultado em unidades de intensidade de cor.
Utilizar o método descrito na referência NMKL 130. Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS315-08, IAL 051/IV e IAL 086/IV. Expressar o resultado como ausência ou presença.
Utilizar o método descrito na referência EN 12857. Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência EN 12856. Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência AOAC 979.08. Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 993.04, IAL 229/IV, OIV-MA-BS-25, OIV-MA-AS315-04. Expressar o resultado em µg/L. Reportar o resultado como número inteiro, sem casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 967.08, OIV-MA-BS-30, OIV-MA-AS322-06. Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 967.09, IAL 028/IV. Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 139,OIV-MA-BS-32, OIV-MA-AS322-10 (cádmio), OIV-MA-AS323-01A, OIV-MA-AS323-01B (arsênio). Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS322-12 (chumbo). Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência AOAC 973.19 Expressar o resultado em mg/mL. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS312-06, OIV-MA-BS-22. Expressar o resultado obtido em 0/00 (per mil).
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS311-05, OIV-MA-BS-23. Expressar o resultado obtido -em 0/00 (per mil).
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 217/IV, OIV-MA-BS-01, OIV-MA-BS-02, OIV-MA-BS-04, OIV-MA-BS-06, OIV-MA-AS-312-01A.. Expressar o resultado em % v/v a 20 °C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-BS-08. Expressar o resultado em % v/v a 20 °C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência 983.13. Expressar o resultado em % v/v a 20°C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 216/IV, OIV-MA-BS-04. Expressar o resultado em g/cm3. Reportar o resultado com 4 ou 5 casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS2-01A. Expressar o resultado em D 20°C/20°C. Reportar o resultado com 4 ou 5 casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 962.12, OIV-MA-AS313-01, IAL 221/IV, OIV-MA-BS-12. Expressar o resultado em mEq/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 964.08, AOAC 949,19¹, AOAC 978.12¹, OIV-MA-AS313-02. Expressar o resultado mEq/L .¹Excluindo SO2. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 955.24¹, OIV-MA-AS313-03. Expressar o resultado em mEq/L. ¹Usar os fatores: ácido tartárioo:1,25; ácido málico:1,12; ácido cítrico hidratado:1,17. Reportar o resultado com casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 945.08B, IAL 222/IV, OIV-MA-BS-12. Expressar o resultado em mEq/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS315-27. Expressar o resultado em mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Nota: ¹ etanal, - acetato de etila - metanol, - butan-2-ol, - propan-1-ol, - 2-metilpropan-1-ol, acetato iso-amílico, - butan-1-ol, - 2-metilbutan-1-ol, 3-metilbutan-1-ol, pentan-1-ol, acetoina, lactato de etila, hexan-1-ol, - 3-etoxipropanol, octanoato de etila, furfuraldeído e outros.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 228/IV, OIV-MA-AS315-27, OIV-MA-BS-14 e OIV-MA-AS312-03A. Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS312-03B. Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS311-03, OIV-MA-BS-11. Expressar o resultado em g/L de glicose ¹Açúcares totais (glicose, frutose, sacarose) [ teor < 20 g/L]. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 920.65, IAL 219/IV, OIV-MA-AS311-01A. Expressar o resultado em g/L. ¹Açúcares totais (glicose, frutose, sacarose) [teor > 10 g/L]. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS2-03B (NOTA). Expressar o resultado em g/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 920.67 (500-550), OENO 58/2000, OIV-MA-AS2-04. Expressar o resultado em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 124, IFU 63, OIV-MA-AS313-20. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-14A. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-16. Expressar o resultado em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-04. Expressar o resultado em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência EN 12857. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS315-07A, OIV-MA-AS315-07B. Expressar o resultado obtido como presença ou ausência, ou sem casa decimal.
*Aspartame, Acessulfame de potássio, Sacarina, Ácido Sórbico
Utilizar um dos métodos descritos nas referências EN 12856. O método também é aplicável à cafeína. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 979.08. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência NMKL 130. Expressar o resultado em mg/kg ou mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS315-08, IAL 051/IV e IAL 086/IV. Expressar o resultado como ausência ou presença.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OENO 60/2000, AOAC 990.28, OIV-MA-AS323-04A e OIV-MA-AS323-04B Expressar o resultado em g/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência IAL 028/IV. Expressar o resultado em g NaCl/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS321-02. Expressar o resultado em g NaCl/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 241/IV (preliminar) e OIV-MA-AS321-05A. Expressar o resultado em g K₂SO₄/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-16. Expressar o resultado em g K₂SO₄/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-BS-30, OIV-MA-AS322-06. Expressar o resultado em mg/kg. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar os métodos descritos nas referências OIV-MA-AS314-02 e OIV-MA-AS314-04. Expressar o resultado em Atm. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS314-03. Expressar o resultado obtido em 0 /00..
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS312-07. Expressar o resultado obtido em 0 /00.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS311-05. Expressar o resultado obtido em 0/00 (per mil).
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS2-12. Expressar o resultado obtido em 0 /00 .
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 139,OIV-MA-BS-32, OIV-MA-AS322-10 (cádmio), OIV-MA-AS323-01A, OIV-MA-AS323-01B (arsênio). Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS322-12 (chumbo). Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência Analytica-EBC 9.2.1. Expressar o resultado obtido em % v/v a 20°C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência Analytica-EBC 9.3.2. Pode ser utilizado para Cerveja sem álcool. Expressar o resultado obtido em % v/v a 20°C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência Analytica EBC 9.2.6. Expressar o resultado obtido em % v/v a 20°C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência Analytica-EBC 9.43.2. e EBC 9.2.1. Expressar o resultado de densidade obtido em 20°C/20°C. Reportar o resultado com quatro ou cinco casas decimais.
Avaliar e reportar: Aspectos sensoriais: límpido ou turvo, com ou sem presença de sedimentos próprios; Aromas estranhos: ausentes; Aromas e sabores característicos: conforme matéria-prima e processos utilizados.
Utilizar os métodos descritos nas referências Analytica-EBC 9.4, Analytica-EBC 9.2.6. Expressar o resultado obtido em % (m/m). Reportar resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência Analytica EBC 9.2.6. Expressar o resultado obtido em % m/m a 20°C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-01 Expressar o resultado em mEq/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-02. Expressar o resultado mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência NMKL 130. Expressar o resultado em mg/kg ou mg/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS315-08, IAL 051/IV e IAL 086/IV. Expressar o resultado como ausência ou presença.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-20. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-16. Expressar o resultado obtido em mg/kg ou mg/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-04. Expressar o resultado obtido em mg/kg ou mg/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência Food Chemistry 346 (2021), https://doi.org/10.1016/j.foodchem.2020.12887. Expressar o resultado obtido em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-15. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS2-03B. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência EBC 9.28.3. Expressar o resultado em Atm.Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência EBC 9.28.4. Expressar o resultado em Atm. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência AOAC 940.17. Expressar o resultado em Atm. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 217/IV , OIV-MA-BS-01, OIV-MA-BS-02, OIV-MA-BS-04, OIV-MA-BS-06, OIV-MA-AS-312-01A.. Expressar o resultado obtido em % v/v a 20 °C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-BS-08. Expressar o resultado em % v/v a 20 °C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 216/IV, OIV-MA-BS-04. Expressar o resultado obtido em g/cm3 a 20 °C. Reportar o resultado com (pelo menos) quatro casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS313-01, IAL 221/IV, OIV-MA-BS-12. Expressar o resultado obtido em mEq/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 945.08C, IAL 223/IV, OIV-MA-BS-12. Expressar o resultado obtido em mEq/L de álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal. Para aguardente composta, expressar o resultado obtido em g/L de ácido acético, e reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-02. Expressar o resultado obtido em mEq/L de álcool anidro. Para aguardente composta, expressar o resultado obtido em mg/100mL de álcool anidro e reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-03. Expressar o resultado obtido em mEq/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 945.08B, IAL 222/IV, OIV-MA-BS-12. Expressar o resultado obtido em mEq/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS315-27, OIV-MA-BS-14, IAL 228/IV. Expressar o resultado para: Ésteres em acetato de etila; Aldeídos, em aldeído acético; Álcool superior (somatório de álcool n-propílico, álcool iso-butílico e álcoois iso-amílicos), em mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Os métodos OIV-MA-AS315-27, OIV-MA-BS-14 podem ser utilizados para determinação de furfural e acroleína total, desde que validados.
Calcular a soma dos componentes secundários e reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência Dec. 6871/2009, Capítulo VII, artigo 13.
Expressar o resultado em mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Cálculo = (A + S + D + ES + F), onde A = acidez volátil mg/100 mL de álcool anidro (a.a), S = Soma de álcoois totais mg/100 mL , D = Aldeídos em mg/100 mL a.a, ES = Ésteres em mg/100 mL a.a e F = Furfural em mg/100 mL a.a.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS315-27 e OIV-MA-BS-14,. Expressar o resultado obtido em mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal. O método OIV-MA-BS-14 pode ser utilizado para furfural, desde que validado.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 228/IV, OIV-MA-AS315-27, OIV-MA-BS-14. Expressar o resultado obtido em mg/100 mL de álcool anidro. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS311-03, OIV-MA-BS-11. Expressar o resultado obtido em g/L em sacarose. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 239/IV e 240/IV, OIV-MA-AS311-01A. Expressar o resultado obtido em g/L em sacarose. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-BS-10. Expressar o resultado obtido em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 218/IV, OIV-MA-BS-09. Expressar o resultado obtido em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS2-03B (NOTA). Expressar o resultado obtido em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 124, IFU 63, OIV-MA-AS313-20. Expressar o resultado obtido em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência EN 12857. Expressar o resultado obtido em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na norma EN 12856 . Expressar o resultado obtido em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na norma AOAC 979.08. Expressar o resultado obtido em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IFU 7A, AOAC 990.28, NMKL 132, OIV-MA-AS323-04B. Expressar o resultado obtido em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência IAL 028/IV. Expressar o resultado obtido em g NaCl/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS321-02. Expressar o resultado obtido em g NaCl/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-BS-30, OIV-MA-AS322-06. Expressar o resultado obtido em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência IAL 028/IV. Expressar o resultado obtido em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 139,OIV-MA-BS-32, OIV-MA-AS322-10 (cádmio), OIV-MA-AS323-01A, OIV-MA-AS323-01B (arsênio). Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS322-12 (chumbo). Expressar o resultado em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência NMKL 130. Expressar o resultado obtido em mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS315-08, IAL 051/IV e IAL 086/IV. Expressar o resultado obtido como ausência ou presença.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS314-02, OIV-MA-AS314-04. Expressar o resultado em Atm. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 241/IV (preliminar) e OIV-MA-AS321-05A. Expressar o resultado em g K₂SO₄/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-16. Expressar o resultado em g K₂SO₄/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 920.67 (500-550), OENO 58/2000, OIV-MA-AS2-04. Expressar o resultado em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA - AS312-01A. Expressar o resultado em % v/v a 20°C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 950.13-D, AOAC 973.23. Expressar o resultado em % v/v a 20°C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência IFU 02. Expressar o resultado em % v/v a 20°C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências EBC 9.28.3, ASBC Beer-13, OIV-MA-AS314-02, OIV-MA-AS314-04. Expressar o resultado em atm à 20 °C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos¹ descritos nas referências OIV-MA-AS2-01A, NIST C440, 1958-4, IAL 216/IV. Expressar o resultado em ºBrix a 20°C Reportar o resultado com duas casas decimais.¹ NBS Circular 440 1958-4 – NIST.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências ISO 2173, IFU 08, AOAC 983.17. Expressar o resultado em ºBrix a 20°C. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência IN N°37 de 01/10/2018. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Onde:
At = acidez total
Utilizar um dos métodos descritos nas referências ISO 750, OIV-MA-AS313-01, IFU 03 e IAL221/IV. Expressar o resultado em g/100 g do ácido correspondente, de acordo com a fruta e legislação específica. Para derivados da Uva, expressar em mEq/kg (polpas) e mEq/L (sucos). Reportar resultado com 2 casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 950.21 e AOAC 940.19, IFU 05, OIV-MA-AS313-02. Expressar o resultado em g/100g ácido acético (suco maçã) e para os derivados da uva em mEq/kg (polpa) e mEq/L (suco). O resultado deve ser convertido para a unidade da legislação. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS313-15, IFU 11, ISO 1842, NMKL 179. Expressar o resultado em pH. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 124, IFU 63, OIV-MA-AS313-20, AOAC 994.11 (Suco de laranja). Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências ISO 5518, ISO 6560. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 124, IFU 63, OIV-MA-AS313-20, AOAC 994.11 (Suco de laranja). Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências ISO 5518, ISO 5519, ISO 6560. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência IFU 17A. Expressar o resultado em mg/100 g. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências ISO 6557-2:, IFU 17b, AOAC 967.21, IAL 364/IV. Expressar o resultado em mg/100 g. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência ISO 6557-1. Expressar o resultado em mg/100 g. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência AOAC 986.13. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência AOAC 993.05. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência AOAC 995.06. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência IFU 65. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência IFU 66. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência IFU 53. Expressar o resultado em. mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descritos na referência IFU 62. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descritos na referências AOAC 985.26 . Expressar o resultado em g/100 g. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 148 e IFU 67 Expressar o resultado em g/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 239/IV e 240/IV, OIV-MA-AS311-01A. Expressar o resultado em g/100 g Açúcares Totais. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência EN 12856. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-04. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 122., AOAC 979.08. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência EN 12857. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 962.13 e DIN 10811-2. Expressar o resultado em mg/100 mL. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência AOAC 979.08. Expressar o resultado em mg/100 mL. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência NMKL 130. Expressar o resultado em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências NMKL 114, IAL 051/IV, IAL 086/IV. Expressar o resultado como Ausência ou Presença.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 990.28, IFU 7A, NMKL 132. Expressar o resultado em mg/kg ou mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 990.28, IFU 7A, NMKL 132, ISO 5522 e ISO 5523. Expressar o resultado em mg/kg ou mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IFU 28, ISO 1871. Expressar o resultado em mg/kg ou mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência IFU 71. Expressar o resultado em g/100 g. Reportar o resultado com 3 casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência IFU 33. Expressar o resultado em mg/100 mL. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 963.13, OIV-MA-AS322-02B, IFU 33. Expressar o resultado em mg/100 mL. Reportar resultado uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IFU 9, AOAC 940.26. Expressar resultado em g/L. Reportar o resultado obtido com 1 casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência IFU 59. Expressar resultado em % volume. Reportar o resultado obtido com 1 casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 968.20. Expressar resultado em % volume. Reportar o resultado obtido com 1 casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 981.09. Expressar o resultado obtido em 0/00 (per mil).
Utilizar um dos métodos descritos nas referências AOAC 982.21 e IFU 88. Expressar o resultado obtido em 0/00 (per mil).
Utilizar o método descrito na referência AOAC 2004.01. Expressar o resultado obtido em 0/00 (per mil).
Utilizar o método descrito na referência EN 12140. Expressar o resultado obtido em 0/00 (per mil).
Utilizar o método descrito na referência AOAC 995.17. Expressar o resultado obtido em 0/00 (per mil).
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS-01A. Expressar o resultado em g/L, mg/mL, g/cm3 ou em outra unidade em atendimento à legislação. Reportar o resultado obtido com no mínimo 4 casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência IFU 89. Expressar o resultado obtido em 0/00 (per mil).
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA- AS312-01A. Expressar o resultado em % v/v a 20 °C. Reportar resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS2-01A. Expressar o resultado obtido em g/L a 20 °C. Reportar resultado com quatro ou cinco casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS313-02. Expressar o resultado obtido em g/L de ácido acético. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-BS-11. Expressar o resultado obtido em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência IAL 219/IV. Expressar o resultado obtido em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS2-03B (NOTA). Expressar o resultado obtido em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OENO 57/2000. Expressar o resultado obtido com unidade e casas decimais de acordo com o método analítico.
Utilizar o método descrito na referência OENO 58/2000. Expressar o resultado obtido em g/L. Reportar o resultado com duas casas decimais.
Utilizar o método descrito na referência OENO 60/2000, OENO 13/2028. Expressar o resultado obtido em mg/kg ou mg/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência IAL 028/IV. Expressar o resultado obtido em %,. Expressar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-MA-AS321-02. Expressar o resultado obtido em unidade de pH com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência NMKL 130. Expressar o resultado obtido em mg/L ou mg/kg. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências OIV-MA-AS315-08, IAL 051/IV e IAL 086/IV. Expressar o resultado obtido como Presença ou Ausência.
Utilizar um dos métodos descritos nas referências IAL 241/IV (preliminar), OENO 63/2000 e OIV-MA-AS321-05A. Expressar o resultado obtido em g K₂SO₄/L. Reportar o resultado com uma casa decimal.
Utilizar o método descrito na referência OIV-OENO 510-2013. Expressar o resultado obtido em 0/00.
As sugestões para aprimoramento ou possíveis correções deste documento devem ser direcionadas à Coordenação Geral de Laboratórios Agropecuários (CGAL), para alinhamento das melhores práticas de mercado, legislação vigente e/ou regulamentações, que não tenham sido contempladas na versão vigente.
| Versão | Conteúdo alterado | Data | Motivo |
|---|---|---|---|
| 1 | - | 11.04.2025 | Elaboração do documento |
| 2 | 4.2.22 | 05.09.2025 | Retirada a referência ao método de colorimetria no item 4.2.22, que era relativo ao ensaio de cloretos. |
| 3 | 4.4.1 | 19.12.2025 | Retirada do item 4.4.1 (análise sensorial) e reindexação dos subitens do item 4.4 |
| 4.4.19, 4.2.16, 4.3.15 | 19.12.2025 | Inserção dos edulcorantes sacarina, acessulfame K , ácido sórbico e caféina ao Método EN 12856 | |
| 4.4.20 | 19.12.2025 | Inserção do método OIV-MA-AS-313.04 para ácidos orgânicos | |
| 4.1.4, 4.3.6 | 19.12.2025 | Inserção de furfural na aplicação do método OIV-MA-BS-14 | |
| 4.1.5, 4.3.7 | 19.12.2025 | Correção da fórmula do coeficiente de congêneres; troca da acidez total por acidez volátil | |
| 8.4.2 | 19.12.2025 | Mudança do título do método para “Determinação de Cobre em Bebidas Alcoólicas com teor de açúcar acima de 6g/L ” | |
| 4 | 8.1 Anexo A | 30.03.2026 | Revisão do Anexo e inserção da definição de equivalência de métodos, e das Notas 1 e 2 |
| 4.1.6, 4.3.4, 4.5.3 | Correção das unidades de medidas para acidez volátil para bebidas alcoólicas por mistura, destiladas e fermentados acéticos. | ||
| 4.1.2, 4.2.1, 4.3.1 | Inserção de Densimetria acoplada a NIRS pela OIV-MA-BS-08. | ||
| 4.2.38 | Correção da referência do DOI (Food Chemistry) | ||
| 4.2.39 |
Inserção de determinação de pH |
||
| 4.2.29 a 4.2.38 | Retirada do Título 4.2 Métodos de Análises Físico-químicos para Cerveja. Introdução da expressão cerveja nos métodos específicos para cerveja. Inserção da Norma EBC 9.2.1 em 4.2.29 | ||
| 4.2.30 e 4.2.40 | Inserção de determinação de Extrato Seco Total | ||
| 4.3.6 | Inserção do cálculo para a soma dos componentes secundários | ||
| 4.4.5 | Inserção do Método IAL 221/IV | ||
| 4.4.6 | Determinação de Acidez Volátil | ||
| 4.2.30, 4.2.33 | Inserção método EBC 9.2.6 | ||
| 4.1.9 e 4.3.8 | Inserção do Método OIV-MA-BS-14 | ||
| 8.4 | Inserção dos métodos descritos - 8.4.5, 8.4.6, 8.4.7, 8.4.8, 8.4.9, 8.4.10, 8.4.11, 8.4.12 | ||
| 8.4.1 | Inserção de derivados de vinho | ||
| 4 e 8 | Inserção de Nota sobre reportagem de resultados para resultados qualitativos | ||
| 4.3 | Inserção dos itens 4.3.4, 4.3.22, 4.3.23, 4.3.24 | ||
| 4.3.1 | Inserção do método OIV-MA-BS-08. | ||
| 4.2 | Inserção dos itens 4.2.30, 4.2.39, 4.2.40, 4.2.41 | ||
| 4.2 | Inserção de métodos em 4.2.1, 4.2.29, 4.2.32 | ||
| 4.4 | Inserção do item 4.4.7 , 4.4.33, 4.4.37, 4.4.38, | ||
| 4.2.41 | Inserção de referências para análise de CO2 em cerveja | ||
| 1 a 8 | Revisão Editorial |
As metodologias apresentadas neste Manual deverão ser utilizadas pela Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários, que inclui os LFDAs e os laboratórios credenciados.
O laboratório deverá realizar a verificação de desempenho do procedimento analítico, a fim de comprovar que o método opera adequadamente nas condições de rotina e atende ao uso pretendido, conforme a ABNT ISO/IEC 17025. Para esse fim, devem ser avaliados, no mínimo, os parâmetros de recuperação ou tendência, precisão na faixa de trabalho, faixa de linearidade e limite de quantificação, de modo a demonstrar desempenho compatível com o declarado pelo organismo de normalização e subsidiar o cálculo da incerteza de medição, quando aplicável.
Métodos, técnicas ou procedimentos não previstos no Manual WikiSDA, ainda que apresentem desempenho equivalente, somente poderão ser utilizados após autorização da CGAL, mediante avaliação da validação apresentada com as alterações propostas.
Com a finalidade de assegurar que os métodos sejam adequados ao uso pretendido, o laboratório deve realizar validação prévia, conforme o DOQ-CGCRE-008, nos seguintes casos:
• métodos não normalizados;
• métodos desenvolvidos pelo próprio laboratório;
• métodos normalizados aplicados fora do escopo para o qual foram originalmente concebidos;
• ampliações ou modificações de métodos normalizados.
Uma vez atendidos os critérios estabelecidos e aprovadas as alterações, estas serão publicadas na próxima revisão do Manual, passando a ser disponibilizadas para uso pelos laboratórios.
Alterações nos procedimentos de validação, parâmetros ou critérios poderão ser propostas, desde que devidamente justificadas e submetidas à avaliação da CGAL, assegurando a consistência científica e o não comprometimento da rastreabilidade, da comparabilidade e da confiabilidade dos resultados analíticos gerados.
Nota: Para fins de aplicação deste Manual pela Rede LFDA, a comparabilidade entre métodos analíticos refere-se a métodos já implantados pelo laboratório que utilizem os mesmos princípios analíticos e apresentem a mesma aplicabilidade daqueles descritos no Manual WikiSDA, desde que demonstrem resultados estatisticamente comparáveis a um método oficial ou validado, assegurando níveis equivalentes de exatidão e precisão.
A validação de métodos analíticos para a Área de Identidade e Qualidade de Vinhos, Bebidas e Fermentados Acéticos deve seguir o Manual de Garantia da Qualidade Analítica – Áreas de Identidade e Qualidade de Alimentos e de Insumos (Brasil, 2015) e suas atualizações, salvo quando outras normativas específicas se fizerem necessárias.
Nota: A comparabilidade entre métodos é fundamental no processo de validação de métodos, pois permite a substituição de técnicas tradicionais por metodologias analíticas de última geração, LC-MS/MS, CG-MS/MS, HR-MS/MSI, ICP-MS, ICP-OES, sem comprometer a qualidade e confiabilidade e robustez dos resultados analíticos.
Os resultados devem ser relatados com exatidão, clareza, objetividade e sem ambiguidade.
O resultado de medição deve incluir o valor da grandeza medida (y) e a incerteza de medição expandida associada (U k=x), sendo fornecido normalmente na forma (y ± U) k=x: (Resultado ± Incerteza de medição expandida), ambos expressos na unidade de grandeza medida, como por exemplo %, mg/kg, g/L, dentre outras.
Os resultados analíticos para parâmetros previstos em legislação específica, independente do método analítico adotado pelo Laboratório, devem ser expressos na mesma unidade do PIQ para o produto. Realizar conversões de unidades sempre que necessário.
Os resultados analíticos devem ser reportados com 01 casa decimal a mais do valor estabelecido para o PIQ, salvo quando os instrumentos utilizados ou os procedimentos de medição não apresentarem a precisão e exatidão necessárias.
As incertezas de medição expandidas (U) devem ser reportadas com o mesmo número de casas decimais que o resultado analítico.
O Exemplo 3 descreve uma situação de exceção à regra geral. Outras situações se encontram descritas sob cada método analítico.
Resultados menores que (≤) menores ou iguais aos valores dos limites de quantificação devem ser reportados como Não quantificável (NQ).
Para fim de reportagem dos resultados analíticos para parâmetros que são uma soma de componentes, o valor do LQ deve ser utilizado para cálculo da soma quando os resultados encontrados forem menores que os LQ. Para a estimativa da incerteza expandida (U) da soma de componentes, deve-se considerar os valores de incerteza de medição do LQ.
Todos os Relatórios de Ensaio devem declarar:
Quando os resultados forem expressos em tabela, a incerteza de medição não deverá apresentar sinal (±).
Em caso de uso de aplicativos, programas ou sistemas informatizados na emissão de resultados analíticos, que estão formatados (default) com um número de casas decimais fixos, a incerteza de medição poderá ser expressa no campo de observação dos relatórios de ensaio.
Os cálculos dos resultados analíticos e da incerteza de medição analítica, realizados em planilhas específicas pelo EXCEL devem ser realizados considerando todos os algarismos significativos e serão arredondados no resultado. Ao final, quando o resultado for reportado, será utilizado a mesma regra de arredondamento realizado pelo EXCEL. Caso os resultados sejam emitidos sem uso do EXCEL, o arredondamento dos algarismos deverá ser realizado conforme a ABNT NBR 5891:2014.
Caso seja necessário usar outra regra de arredondamento, por razões relacionadas ao cumprimento de requisitos ou por solicitação do cliente, deverá ser explicitada no Relatório de Ensaio (RE) ou em documento de acordo entre as partes como na análise crítica de pedidos, propostas e contratos.
Os quatro (04) casos descritos abaixo são exemplos de reportagem e interpretação de resultados para os ensaios de grau alcoólico e soma de componentes secundários.
Exemplo 1: O PIQ para Grau alcoólico em Cachaça é de 38% a 48% de álcool (G.L. v/v). O resultado analítico hipotético da graduação alcoólica, expressa em %, em v/v, a 20 °C: (48,00 ± 0,50) % k=2, onde y=48,00 % e U = 0,50 %.
Exemplo 2: Soma dos álcoois isobutílico (2-metil propanol), isoamílico (2-metil-1-butanol e 3 metil-1- butanol) e n-propílico (1-propanol), em mg/100 mL de álcool anidro: (360,0 ± 36,0) mg/100 mL de álcool anidro (a.a).
Exemplo 3:Os limites de quantificação serão representados nas mesmas condições, como abaixo:
Exemplo 4 (Exceção): O PIQ para Grau alcoólico em Cerveja 0% álcool (G.L. v/v) é 0,05 %.
O resultado analítico hipotético obtido com o aparato operacional do laboratório A é de 0,03%, com incerteza de 0,0003 % (G.L. v/v). Para emissão de resultado, a incerteza de medição será considerada como 0,001% e o resultado de medição reportado como 0,030%.
Exemplo 5: O PIQ estabelecido por legislação específica para cobre: máximo de 5,0 mg/L.
.
Exemplo 6:O PIQ estabelecido por legislação específica: mínimo de 6 °Brix, a 20°C.
| Método | Título do Método |
| Analytica-EBC 9.2.1 |
Alcohol in Beer by Distillation |
| Analytica-EBC 9.2.6 |
Alcohol in Beer by Near Infrared Spectroscopy |
| Analytica-EBC 9.28.3 |
Carbon Dioxide in Beer: Pressure Method |
| Analytica-EBC 9.28.4 |
Carbon Dioxide in Beer: Condutividade Térmica |
| Analytica-EBC 9.3.2 |
Ethanol in alcohol free and low alcohol beersby Gas Chromatography |
| Analytica-EBC 9.4 |
Original, Real and Apparent Extract and Original Gravity of Beer |
| Analytica-EBC 9.43.1 |
Specific Gravity of Beerusing a Picnometer |
| AOAC 935.15 |
Physical Examination Procedure |
| AOAC 940.19 |
Acidity (Volatile) of Wines Exclusive of SO2 |
| AOAC 940.17 |
Carbon Dioxide in Beer - Manometric Method |
| AOAC 945.08 |
Acids in Distilled Liquors |
| AOAC 945.06 |
Specific Gravity (Apparent) of Distilled Liquors (Picnometry) |
| AOAC 950.04 |
Alcohol by Volumein Distilled Liquors (Refractometry) |
| AOAC 950.13-A |
Alcohol in Nonalcoholic Beverages |
| AOAC 950.13-D |
Alcohol in Nonalcoholic Beverages |
| AOAC 950.21-D |
Acidity (Volatile) in Nonalcoholic Beverages |
| AOAC 958.04 |
Methanol in Distilled Liquors (Colorimetric) |
| AOAC 960.16 |
Furfural in Distilled Liquors (Spectrofotometric) |
| AOAC 962.13 |
Caffeine in Nonalcoholic Beverages |
| AOAC 963.13 |
Potassiumand Sodium in Wines |
| AOAC 963.15 |
Fat in Cacao Products |
| AOAC 967.08 |
Copper in Distilled Liquors (AAS) |
| AOAC 967.09 |
Copper in Distilled Liquors (ZDBT Colorimetric Method) |
| AOAC 968.09 |
Alcohol (Higher) and Ethyl Acetate in Distilled Liquors (GC) |
| AOAC 968.20 |
Oil (Recoverable) in Fruits and Fruit Products |
| AOAC 972.10 |
Alcohol (Higher) and Ethyl Acetate in Distilled Liquors (Alternative GC) |
| AOAC 972.11 |
Methanol in Distilled Liquors |
| AOAC 973.19 |
Cyanide in Distilled Liquors (Qualitative) |
| AOAC 979.08 |
Benzoate, Caffeine, and Saccharin in Soda Beverages |
| AOAC 981.09 |
Carbon Stable Isotope Ratio of AppleJuice |
| AOAC 982.10 |
Alcohol by Volumein Distilled Liquors (Densitometric) |
| AOAC 982.21 |
Carbon Stable Isotope Ratio of Orange Juice |
| AOAC 990.28 |
Sulfites in Foods |
| AOAC 993.04 |
Ethyl Carbamate (Urethane) in Distilled Spirits |
| AOAC 995.17 |
Beet Sugar in Fruit Juices |
| ASBC BEER-13 |
Dissolved Carbon Dioxide in Brewery Products |
| AOAC 973.23 |
Alcohol in Flavors |
| AOAC 983.13 |
Alcohol in Wines |
| AOAC 967.21 |
Ascorbic Acid in Vitamin Preparations and Juices |
| AOAC 940.26 |
Ash of Fruits and Fruits Products |
| AOAC 920.67 |
Ash of Wines |
| AOAC 2004.01 |
Carbon Stable Isotope Ratio of Ethanol Derived from Fruit Juices and Maple Syrups |
| AOAC 956.02 |
Color of Distilled Liquors (Spectrophotometric 430 nm). AOAC 65, 224 (1982) J AOAC 39, 723 (1956), 41, 118 (1958) |
| AOAC 982.09 |
Color of Distilled Liquors (Spectrophotometric 525 nm). AOAC 65, 224 (1982)J AOAC 39, 723 (1956), 41, 118 (1958) |
| AOAC 955.18 |
ColouringMatter (Natural and Artificial Organicand Water-Soluble) I Distilled Liquors. J AOAC 39, 730 (1956), 40, 440 (1957). |
| AOAC 986.13 |
Quinic, Malic and Citric Acids in Cranberry Juices and Apple Juices |
| AOAC 983.17 |
Solids (soluble) in Citrus Fruits Juices |
| AOAC 985.26 |
Solids (Total) in Processed Tomato Juices |
| AOAC 920.65 |
Sucrose in Wines |
| AOAC 962.12 |
Acidity (Titrable) of Wines |
| AOAC 964.08 |
Acidity (Total Volatile) of Wines |
| AOAC 978.12 |
Acidity (Volatile) of Wines Exclusive S02 |
| AOAC 993.05 |
L-Malic/Total Malic Acid Ratio in Apple Juice |
| AOAC 994.11 |
Orange Pulp Wash and/or added H2O in Processed Florida Orange Juice |
| AOAC 995.06 |
D Malic Acid in Apple Juice |
| EN 12140 |
European Standards - Method for determination of stable carbon isotoperatio (<sup>13</sup>C/<sup>12</sup>C) of sugars from fruit juices, using isotoperatio mass spectrometry - Analytica Chimica Acta 271 (1993) |
| EN 12856 |
European Standards - Foodstuffs - Determination of acesulfame-K, aspartame and saccharin - Highperformance liquid chromatographic method |
| EN 12857 |
European Standards - Foodstuffs - Determination of cyclamate. High performance liquid chromatographic method |
| IAL 028/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Cloretos por volumetria |
| IAL 217/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Álcool em volume a 20ºC ou grau alcoólico real |
| IAL 218/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Extrato seco ou resíduo seco |
| IAL 219/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Glicídios totais em sacarose |
| IAL 051/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Corantes artificiais orgânicos – Prova qualitativa |
| IAL 086/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Corantes artificiais – Identificação por cromatografia em papel |
| IAL 223/IV |
Instituto Adolfo Lutz- Determinação de ácidos voláteis por diferença |
| IAL 240/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Bebidas fermentadas – Açúcares não redutores em sacarose |
| IAL 241/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Bebidas fermentadas – Sulfatos pelo método aproximativo de Marty |
| IAL 364/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Determinação de vitamina C com iodato de potássio |
| IAL 239/IV e 240/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Açúcares redutores em glicose; Açúcares não redutores em sacarose |
| IAL 216/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Densidade relativa a 20ºC/20ºC com densímetro de leitura direta |
| IAL 222/IV |
Instituto Adolfo Lutz- Determinação da acidez fixa |
| IAL 221/IV |
Instituto Adolfo Lutz- Determinação da acidez total |
| IAL 229/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Determinação de carbamato de etila ou uretana por cromatografia a gás e detecção por espectrometria de massa |
| IAL 228/IV |
Instituto Adolfo Lutz - Determinação de metanol e componentes secundários |
| IFU 02 |
International Fruit and Vegetable Juice Association - Ethanol GC |
| IFU 05 |
International Fruit and Vegetable Juice Association - Volatile Acids |
| IFU 7A |
International Fruit and Vegetable Juice Association - Sulphur Dioxide |
| IFU 9 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Determination of Ash |
| IFU 33 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Determination of sodium, potassium, calcium and magnesium content by atomic absorption spectrometry (AAS) |
| IFU 67 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Determination of glucose, fructose, sorbitol and sucrose contents - Method using highperformance liquid chromatography |
|
IFU 22 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Enzymatic determination of citric acid (citrate) content |
| IFU 64 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Enzymatic determination of D-malic acid content |
| IFU 53 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Enzymatic determination of D- and L-lactic acid (lactate) content |
| IFU 66 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Enzymatic determination of acetic acid (acetate) content |
| IFU 59 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Determination of total carotenoid content |
| IFU 65 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association -Determination of tartaricacid in grape juices |
| IFU 11 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Determination of pH value |
| IFU 03 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Titratable Acidit |
| IFU 17A |
International Fruit and Vegetable Juice Association - Ascorbic Acid- HPLC |
| IFU 28 |
International Fruit and Vegetable Juice Association - Determination of Total Nitrogen |
| IFU 59 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Determination of Total Carotenoids and Individual Groups |
| IFU 08 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Determination of soluble solids (indirect method by refractometry) |
| IFU 17 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Determination of the ascorbic acid content of juice - : Ascorbic acid determination by titration |
| IFU 88 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Carbon Isotopic analysis in fruits juices |
| IFU 89 |
The International Fruit and Vegetable Juice Association - Oxygen isotopic analysis |
| ISO 1842 |
Fruit and vegetable products - Determination of pH |
| ISO 750 |
Fruit and vegetable products — Determination of titratable acidity |
| ISO 2173 |
Fruit and vegetable products - Determination of soluble solids- Refractometric method |
| ISO 2172 |
Fruit juice - Determination of soluble solidscontent - Pycnometric method |
| ISO 6557-2 |
Fruits, vegetables andderived products - Determination of ascorbic acid content - Part 2: Routine methods |
| ISO 6557-1 |
Fruits, vegetables and derived products — Determination of ascorbic acid — Part 1: Reference method |
| ISO 1871 |
Food and feedproducts - General guidelines for thedetermination of nitrogen by the Kjeldahl method |
| NMKL 124 |
Benzoic acid, sorbicacid and p-hydroxybenzoic acid esters. Liquid chromatographic determination in foods. |
| NMKL 114 |
Colouring matters, water-soluble, synthetic. Isolation and identification. |
| NMKL 130 |
Colours, synthetic, water-soluble. Liquid chromatographic determination in foods. |
| NMKL 132 |
Sulphite Spectrophotometric determination in foods. |
|
NMKL 139 |
Metals. Determination by Atomic Absorption Spectrophotometry in FoodStuffs. |
| NMKL 179 |
pH Determination in foods. |
| NMKL 148 |
Fructose,glucose and saccharose. Liquid chromatographic determination in fruit and vegetable products. |
| OENO 57/2000 |
Wine vinegars - Determination of total dry extract content. |
| OENO 58/2000 |
Wine vinegars - Determination of ash content. |
| OENO 60/2000 |
Wine vinegars - Determination of total sulfurdioxide content. |
| OIV-AS323-09 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of natamycin in wines. |
| OIV-MA-AS2-01A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Density and Specific Gravity at 20°C. |
| OIV-MA-AS2-01B |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Density and Specific Gravity at 20°C. |
| OIV-MA-AS2-03A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Total dry matter. |
| OIV-MA-AS2-03B |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Total dry matter. |
| OIV-MA-AS2-04 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Ash. |
| OIV-MA-AS2-12 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Method for 18 O/ 16 O isotope ratio determination of water in wines and must. |
| OIV-MA-AS311-01A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Sugars. Reducing substances. |
| OIV-MA-AS311-02 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Sugars. Glucose and fructose. |
| OIV-MA-AS311-03 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Sugars. Dosage of sugars in wine by HPLC. |
| OIV-MA-AS311-05 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Sugars. Determination of the deuterium distribution in ethanol derived from fermentation of grape musts,concentrated grape musts,grape sugar (rectified concentrated grape musts) and wines by application of nuclear magnetic resonance. |
| OIV-MA-AS311-06 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Sugars. Determination of polyols derived from sugars and residual sugars found in dry wines by means of gas chromatography. |
| OIV-MA-AS312-01A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Alcohols. Alcoholic strength by volume. |
| OIV-MA-AS312-01B |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Alcohols. Alcoholic strength by volume. |
| OIV-MA-AS312-02 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Alcohols. Tableof apparent densities of ethanol-water mixtures. |
| OIV-MA-AS312-03A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Alcohols. Methanol. |
| OIV-MA-AS312-03B |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Alcohols. Methanol (colorimetry). |
| OIV-MA-AS312-05 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Alcohols. Glycerol (enzymatic method). |
| OIV-MA-AS312-06 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Alcohols. Determination by isotope ratiomass spectometry 13C/12C of wine ethanol or that obtained through the fermentation of musts, concentrated musts or grape sugar. |
| OIV-MA-AS312-07 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Alcohols. Glycerol (GC-C-IRMS or HPLC-IRMS method. |
| OIV-MA-AS313-01 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Acids.Total acidity. |
| OIV-MA-AS313-02 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Acids.Volatile acidity. |
| OIV-MA-AS313-03 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Acids.Fixed acidity. |
| OIV-MA-AS313-04 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Acids.Organic acids. |
| OIV-MA-AS313-09 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Acids. Citricacid - Enzymatic method. |
| OIV-MA-AS313-14A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Acids.Sorbic acids. |
| OIV-MA-AS313-15 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Acids.pH. |
| OIV-MA-AS313-16 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Acids. Organic acid: ionic chromatography. |
| OIV-MA-AS313-20 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Acids. Sorbic, benzoic, salicylic acids. |
| OIV-MA-AS314-02 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Gas. Method of measuring excesspressure in sparkling wines. |
| OIV-MA-AS314-03 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Gas. Determination of the carbon isotope ratio 13C/12Cof CO2 in sparkling wines Method using isotope ratio mass spectrometry. |
| OIV-MA-AS315-03 item 2 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Other organic compounds. Malvidin diglucoside. Qualitative Examination. |
| OIV-MA-AS315-03 item 3 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Other organic compounds. Malvidin diglucoside. Quantitative Examination. |
| OIV-MA-AS315-04 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Other organic compounds. Ethyl carbamate. |
| OIV-MA-AS315-07A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Other organic compounds. Examination of artificial sweeteners. |
| OIV-MA-AS315-07B |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Other organic compounds. Examination of artificial sweeteners. |
| OIV-MA-AS315-08 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Other organic compounds. Examination of artificial colorants. |
| OIV-MA-AS315-27 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Other organic compounds. Analysis of volatile compounds in wines by gas chromatography. |
| OIV-MA-AS321-02 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Anions.Chlorides. |
| OIV-MA-AS321-05A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Anions.Sulphates (gravimetry). |
| OIV-MA-AS322-02A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Cations. Potassium (AAS). |
| OIV-MA-AS322-02B |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Cations. Potassium (flame photometry). |
| OIV-MA-AS322-01A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Cations. Arsenic (AAS) |
| OIV-MA-AS323-01B |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Cations. Arsenic (AAS). |
| OIV-MA-AS322-06 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Cations. Copper. |
| OIV-MA-AS322-10 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Cations. Cadmium. |
| OIV-MA-AS322-12 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Cations. Lead. |
| OIV-MA-AS323-04A |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Other non-organic compounds. Sulphur dioxide (titrimetry). |
| OIV-MA-AS323-04B |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Other non-organic compounds. Sulphur dioxide (iodometry). |
| OIV-MA-BS-01 a 06 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of alcoholic strength by volume and Appendixes. Density of alcohols and alcoholic beverages method for determining electronic densimetry. |
| OIV-MA-BS-04 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Appendix IIB: determination of real alcoholic strength by volumeby electronic densimeter. |
| OIV-MA-BS-08 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Near infrared reflectance spectroscopy. |
| OIV-MA-BS-09 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of total dry extract by gravimetry. |
| OIV-MA-BS-10 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of total dry extract by the usualcalculation method. |
| OIV-MA-BS-11 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of sugars. |
| OIV-MA-BS-12 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of acidity. |
| OIV-MA-BS-13 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of the pH. |
| OIV-MA-BS-14 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of principal volatile substances. |
| OIV-MA-BS-22 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination by isotope ratio mass spectrometry of the 13c/12c ratio of ethanol. |
| OIV-MA-BS-23 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of the deuterium distribution in ethanol by nuclear magnetic resonance of deuterium (rmn fins/snif nmr). |
| OIV-MA-BS-30 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of copper by atomic absorption. |
| OIV-OENO 510-2013 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Method for 13C/12Cisotope ratio determination of acetic acid in wine vinegar by isotopic mass spectrometry. |
| OIV-MA-BS-25 |
Compendium of International Methods of Analysis of Wines and Musts - Determination of ethyl carbamate |
| Dec. 6871/2009 |
Decreto n. 6871, de 04 de junho de 2009 - Aprova a padronização, a classificação, o registro, a inspeção e a fiscalização da produção e do comércio de bebidas |
| DIN 10811-2 |
Determination of Theobromine and Caffeine Content of Fluid Tea Drinks |
| DIN - EN 12630 |
Fruit and vegetable juices Determination of glucose, fructose, sorbitol and sucrose contents – ethod using high performance liquid chromatography - English version of DIN EN 12630 |
| IN MAPA/GM 06/2012 |
Instrução Normativa n. 06, de 03/04/2012 -Estabelece os padrões de identidade e qualidade e a classificação dos fermentados acéticos |
| IN MAPA 13/2005 |
Instrução Normativa n. 13, de 29/06/2005 - Regulamento Técnico para Fixação dos Padrões de Identidade e Qualidade para Aguardente de Cana e Cachaça |
| NIST C440 |
National Bureau of Standards Circular n. 440 - Viscosities of sucrose solutions at various temperatures: tables of recalculates values |
| Portaria MAPA/GM 229/1988 |
Portaria n. 229, de 25 de outubro de 1988 - Aprova as Normas referentes a Complementação dos Padrões de Identidade e Qualidade do Vinho. |
|
Caldeira, L. R. et al. Food Chemistry 346 (2021) 128871 |
Simultaneous quantification of ethylene glycol and diethylene glycol in beer by gas chromatography coupled to mass spectrometry |
Quando o critério de avaliação for qualitativo (presença/ausência), os resultados analíticos devem ser reportados como “ausente” sempre que o analito não for detectado pelo método analítico empregado. Adicionalmente, informar o Limite de Detecção (LD) do método, quando cabível, a fim de garantir transparência quanto à sensibilidade analítica. Nesses casos, a forma mais adequada de apresentação do resultado é: “Ausente (< LD)”. Quando o analito for identificado, o resultado analítico deve ser reportado como “presença”. Quando o analito for identificado e quantificado pelo método analítico empregado, o resultado analítico deve ser reportado como “presença” e, adicionalmente, informar a concentração do analito. Nesse caso, informar "o limite de quantificação (LQ < )".
Consiste em clarificar a amostra por meio de uma oxidação nitro-permangânica e titulação do cloreto pela técnica de Charpentier-Volhard.
3.1 EQUIPAMENTOS
3.2 REAGENTES E SOLUÇÕES
3.3 VIDRARIA E OUTROS MATERIAIS
Transferir 100 mL da amostra para um balão volumétrico de 200 mL. Neutralizar com uma solução saturada de hidróxido de bário em presença de fenolftaleína. Completar o volume com água destilada, agitar e filtrar em papel de filtro. Transferir 100 mL do líquido filtrado (correspondente a 50 mL de amostra) para um erlenmeyer, adicionar 20 mL de ácido nítrico a 1:5 e 2 mL da solução saturada de permanganato de potássio. Agitar e deixar em repouso alguns minutos até o desaparecimento da cor violeta. Se o líquido não se tornar claro, juntar algumas gotas de uma solução de água oxigenada a 30V até o desaparecimento completo da cor. No caso das amostras muito coloridas, repetir esse tratamento, adicionando-se ainda, alguns mililitros de permanganato de potássio e algumas gotas da solução de água oxigenada a 30 V, até completa clarificação.
No líquido assim preparado, acrescentar 10 mL de solução de nitrato férrico 10%, como indicador, 20 mL de éter etílico e 10 mL de solução de nitrato de prata 0,1 N. Esta quantidade é suficiente, desde que o vinho encerre menos de uma grama de cloreto de sódio, por litro. Medir o excesso de AgNO3 por meio de uma solução de tiocianato de potássio 0,1 N até a coloração de tijolo-clara, que deve durar no mínimo 5 segundos.
Cloretos, em g de NaCl por litro, é expressa pela fórmula :
Onde
n= Volume de tiocianato gasto na titulação, em mL.
N = Normalidade da solução de tiocianato de potássio.
V= Volume da alíquota usada, em mL (50).
Eq = Equivalente grama de NaCl (58,5).
Colorimétrico.
O cobre reage com o 2,2-diquinolilo gerando um composto violáceo que é fixado na fase amílica e lido a 546 nm.
3.1 EQUIPAMENTO
3.2 REAGENTES E SOLUÇÕES
3.3 VIDRARIA E OUTROS MATERIAIS
4.1 CURVA PADRÃO
Tomar 20 mL da solução padrão de cobre e diluir para 1000 mL com água destilada. Desta, preparar soluções contendo 1, 2, 3, 4, 5 e 6 mg/L de cobre; tomando respectivamente, 5, 10, 15, 20 , 25 , 30 mL em balão volumétrico de 100 mL. Completar o volume com álcool etílico a 40%. Pipetar 10 mL de cada diluição final em tubos de ensaio. Adicionar 1,0 g de cloridrato de hidroxilamina em cada tubo de ensaio e agitar até dissolver. Adicionar 1,0 g de acetato de sódio em cada tubo de ensaio e agitar até dissolver. Adicionar 10 mL (utilizando pipetador e na capela), de solução de 2,2-diquinolilo, tampar e agitar durante 1 minuto. Esperar a separação de fases e retirar a fase superior amílica com pipeta e transferir para as cubetas do aparelho a ser usado. A cor violácea desenvolvida é proporcional ao conteúdo de cobre existente. Efetuar a leitura em espectrofotômetro (546 nm) ou colorímetro (filtro verde). Traçar a curva padrão em papel milimetrado colocando os valores obtidos de absorvância na ordenada e as concentrações de cobre (mg/L) na abcissa.
4.2 AMOSTRA
Pipetar 10 mL e proceder da mesma forma que o padrão. Efetuar a leitura no aparelho e encontrar a concentração correspondente na curva padrão.
4.3 BRANCO
A concentração é expressa em mg de cobre por litro de amostra, pela fórmula:
Cobre = C x F
Onde
C= Concentração de cobre obtido na curva.
F = Fator de diluição para o caso de amostra com alto teor de cobre.
As características organolépticas de um produto (aspecto, cor, odor e sabor) refletem a qualidade do processamento e dos ingredientes utilizados na elaboração do mesmo.
1.1 Antes da abertura da embalagem da amostra, observar:
Nota: *Quando a embalagem permitir, caso contrário, realizar este exame após a abertura da mesma, transferindo o conteúdo para recipiente adequado (transparente, limpo e inodoro).
1.2 No ato da abertura da embalagem da amostra, realizar:
Expressar como Normal ou Anormal
Caso seja Anormal, deverá constar no campo “Observações” do certificado de análise, qual a anormalidade encontrada.
Os açúcares redutores reagem com os íons cúpricos da solução de Fehling, reduzindo-se a íons cuprosos, sob a ação do calor em meio alcalino. Ao reagir com os íons cúpricos, os açúcares sofrem oxidação, enquanto que o cobre é reduzido, formando-se um precipitado vermelho de óxido cuproso. Os açúcares não redutores devem sofrer uma prévia hidrólise com ácido clorídrico dissociando o dissacarídeo em seus monossacarídeos.
3.1 EQUIPAMENTOS
3.2 REAGENTES E SOLUÇÕES
3.3 VIDRARIA E OUTROS MATERIAIS
4.1 PREPARO DA AMOSTRA
Pipetar 5 mL ou pesar 5 g da amostra homogeneizada e descarbonatada se necessário, num balão volumétrico de 100 mL e completar o volume com água destilada (para amostras com alto teor de açúcar, diluir convenientemente).
Se necessário efetuar clarificação como segue: pipetar a mesma alíquota para um balão volumétrico de 100 mL, adicionar 2 mL de solução de acetato neutro de chumbo (volume maior para produtos com alto teor de matérias corantes). Colocar uma ponta de espátula de carvão ativo (não adicionar em excesso, pois poderá absorver parte dos açúcares). Agitar bem e deixar em repouso por 10 minutos. Completar o volume com água destilada. Filtrar o conteúdo do balão volumétrico sobre 0,4 g de fosfato monoácido de sódio (ou 0,4 g de oxalato de sódio) por mililitro de solução de acetato de chumbo utilizado, num erlenmeyer de 250 mL (a solução apresentará sedimentos em poucos minutos, deixando o líquido sobrenadante claro). Adicionar uma ponta de espátula a mais de fosfato (ou oxalato) para assegurar a completa precipitação de acetato de chumbo. Filtrar novamente, se necessário.
4.2-ACÚCARES REDUTORES
4.2.1 TITULAÇÃO DO BRANCO
Em erlenmeyer de 250 mL, adicionar 20 mL de solução de Soxhlet (10 mL de Felhing A + 10 mL de Felhing B), 50 mL de água destilada e 19 mL da solução padrão de glicose e algumas pérolas de vidro. Levar o frasco ao aquecimento, de modo que entre em ebulição dentro de 4 minutos. Iniciada a ebulição, adicionar 3 gotas de azul metileno. Decorrido um minuto do inicio da fervura, proceder à titulação até o desaparecimento da coloração azul. Repetir a operação até que os resultados em duplicata sejam iguais.
4.2.2 TITULAÇÃO DA AMOSTRA
a) Prévia
Em erlenmeyer de 250 mL, adicionar 20 mL da solução de Soxhlet, 40 mL de água destilada e 10 mL da amostra preparada (4.1). Levar o frasco ao aquecimento, de modo que entre em ebulição dentro de 4 minutos. Iniciada a ebulição, titular com solução de glicose até o desaparecimento da coloração azul do sulfato de cobre. Adicionar 2 gotas de azul de metileno, após 1 minuto, continuar a titulação até o desaparecimento da coloração azul. Seja K o volume gasto da solução de glicose.
b) Titulação
Em erlenmeyer de 250 mL, adicionar 20 mL da solução de Soxhlet, 40 mL de água destilada e 10 mL da amostra preparada. Levar o frasco ao aquecimento, de modo que entre em ebulição dentro de 4 minutos, e imediatamente transferir (K-1) ml de glicose. Iniciada a fervura, adicionar 2 gotas de azul de metileno. Após 1 minuto, continuar a titulação até o desaparecimento do azul da solução, gastando no final da titulação aproximadamente o mesmo tempo gasto na determinação do branco. Repetir a operação até que os resultados em duplicata sejam iguais.
4.2.3 CÁLCULO E EXPRESSÃO DO RESULTADO
O resultado é expresso em g/100 mL ou g/100 g pela seguinte fórmula:
Onde:
ARG = açúcares redutores em glicose, em g/100 g ou g/100 mL.
f1 = fator que envolve todas as diluições (desde a tomada da alíquota inicial até amostra preparada para a titulação dos AR) e as grandezas de massa ou volume usadas na tomada da amostra.
f2 = 1, fator de conversão para expressão dos resultados em glicose.
a = número de mL da solução de glicose gastos na titulação da amostra.
b = número de mL da solução de glicose gastos na titulação do branco.
v = volume da amostra preparada usado na titulação, em mL.
4.3 AÇUCARES NÃO REDUTORES
4.3.1 INVERSÃO DOS AÇÚCARES
Pipetar 50 mL da amostra preparada (obtida na preparação da amostra em 4.1) num balão volumétrico de 100 mL. Adicionar 1 mL de ácido clorídrico concentrado.
Colocar em banho-maria, de modo que a solução mantenha uma temperatura de 67 a 70ºC, por 15 minutos.
Esfriar à temperatura ambiente, neutralizar com hidróxido de sódio 5 N, usando papel de tornassol como indicador e completar o volume com água destilada.
4.3.2 TITULAÇÃO DO BRANCO
Proceder da mesma forma como em A R.
4.3.3 TITULAÇÃO DA AMOSTRA
a) Prévia
proceder da mesma forma como em A R. usando a solução dos acúcares invertidos.
b) Titulação
Proceder da mesma forma em A R. usando a solução dos açúcares invertidos.
4.3.4 CÁLCULO E EXPRESSÃO DO RESULTADO
O resultado é expresso em g/100 mL ou g/100 g pela seguinte fórmula:
Onde:
ANR = Açúcares não redutores em sacarose.
AR = Açúcares redutores em glicose.
f1 = fator que envolve todas as diluições (desde a tomada da alíquota inicial até amostra preparada para a titulação dos AR) e as grandezas de massa ou volume usadas na tomada da amostra.
f2 = fator de conversão para expressão dos resultados em sacarose (0,96).
a = número de mL da solução de glicose gastos na titulação da amostra
b = número de mL da solução de glicose gastos na titulação do branco
v = volume da amostra preparada usado na titulação, em mL.
4.4 AÇÚCARES TOTAIS
CÁLCULO E EXPRESSÂO DO RESULTADO:
4.4.1 – Para expressar em açucares totais, usar a fórmula:
Açúcares Totais = AR em glicose + ANR em sacarose .
4.4.2 – Para expressar açúcares em sacarose, usar a fórmula:
Açúcares Totais em Sacarose = (AR em glicose x 0,96) + ANR em sacarose.
4.4.3 – Para expressar açúcares totais em glicose, usar a fórmula:
Açúcares Totais em Glicose = AR em glicose + (ANR em sacarose ÷ 0,96) .
Onde:
AR em glicose = açúcares redutores em glicose
ANR em sacarose = açúcares não redutores em sacarose
Os resultados são expressos em g/100 mL ou g/100 g.
Nota: O tempo de titulação não deverá ultrapassar 2 minutos, marcados a partir da adição da solução indicadora de azul de metileno.
Solução de Soxhlet é a mistura das soluções A e B de Fehling em partes iguais.
Instituto de Tecnologia de Alimentos. Manual técnico de análise química de alimentos. Campinas, 1990.
* acessulfame de potássio, ácido ciclâmico, aspartame e sacarina
Consiste na separação dos analitos por cromatografia líquida, seguida da detecção por arranjo de diodos (DAD), fotodiodos (PDA) ou por UV/Vis.
Cromatógrafo líquido de alta eficiência equipado dispositivo, automático ou manual, que permita a injeção confiável de microvolumes.
Sistema de bombeamento que permita alcançar e manter vazão constante ou programada com alta precisão.
Detector capaz de operar nos comprimentos de onda de 227nm (acessulfame de potássio), 192nm (ácido ciclâmico), 191nm (aspartame) e 201nm (sacarina).
Integrador computacional ou registrador, cujo desempenho seja compatível com o restante do sistema.
Diâmetro interno: 4,6 mm
Comprimento: 250mm
Fase estacionária: sílica gel quimicamente ligada com grupos funcionais octadecil (C18), com tamanho máximo de partícula de 5µm.
A solução de ácido fosfórico 1: 1 é preparada pela mistura de 1 parte em volume de ácido fosfórico e 1 parte em volume de água purificada.
Para o preparo de 1L de fase móvel, pesar 7,09 g de fosfato monobásico de potássio e dissolver em 900 mL de água purificada.. Em seguida, gotejar a solução de ácido fosfórico 1:1 para acertar o pH da solução para 4,0.
Transferir quantativamente a solução para um balão volumétrico de 1L, completar o volume com água purificada e filtrar usando um filtro com poro menor ou igual a 0,45 µm.
Preparar uma solução com os materiais de referência certificados em água purificada nas seguintes concentrações:
acessulfame de potássio 300mg/100mL
ácido ciclâmico 5000mg/100mL
aspartame 3000mg/100mL
sacarina 900mg/100mL.
Filtrar a solução usando um filtro com poro menor ou igual 0,45 µm e estocar sob refrigeração.
Diluir a solução estoque com água purificada para gerar cinco soluções (P1, P2, P3, P4 e P5), com as concentrações exemplificadas na Tabela 1.
Filtrar usando um filtro com poro de tamanho menor ou igual 0,45 µm e estocar sob refrigeração até o uso.
Tabela 1. Concentração dos edulcorantes nas soluções de trabalho (mg/L)
|
Solução |
Acessulfame |
Aspartame |
Ác. ciclâmico |
Sacarina |
|
P1 |
6 |
60 |
100 |
18 |
|
P2 |
12 |
120 |
200 |
36 |
|
P3 |
24 |
240 |
400 |
72 |
|
P4 |
48 |
480 |
800 |
144 |
|
P5 |
60 |
600 |
1000 |
180 |
Devem ser preparadas e analisadas em temperatura ambiente.
Devem ser homogeneizadas antes da abertura das suas embalagens.
Amostras de preparados líquidos, preparados sólidos e sucos concentrados, quando necessário, devem ser diluídas conforme recomendações do fabricante.
Devem ser desgaseificadas e filtradas usando um filtro com poro de tamanho menor ou igual 0,45 µm.
Nota 1. Diluições prévias das amostras com água purificada são permitidas, caso a concentração inicial dos analitos possam ser estimadas.
Taxa do Fluxo: 0,8 mL/min
acessulfame de potássio: 227nm
ácido ciclâmico: 192nm
aspartame: 191nm
sacarina: 201nm.
4.3.2 ANÁLISE
Injetar 10 µL de cada uma das soluções da curva padrão e das amostras preparadas.
Realizar a análise sob condições cromatográficas estabelecidas.
Se qualquer pico de uma amostra apresentar área maior que o pico correspondente na solução da curva mais concentrada, a amostra deve ser diluída com água purificada e analisada novamente.
4.3.3 CÁLCULO E EXPRESSÃO DOS RESULTADOS
Comparar os cromatogramas das amostras e dos padrões e identificar os analitos pelos seus respectivos tempos de retenção.
Calcular a equação da curva de calibração para cada analito (área × concentração em mg/L)
Calcular os resultados (mg/L), conforme equação (1):
(1)
Resultado(mg/L)= ((Área da amostra − b)/a x f
Onde,
a = inclinação da curva
b = intercepto da curva
f = fator de diluição
Expressar resultados quantitativos com duas casas decimais.
Nota 2 – Sistemas automatizados vinculados ao equipamento de cromatografia podem ser programados para o cálculo dos resultados.
European Committee for Standardization: EN 12856 – Foodstuffs –Determination of acesulfame -K, aspartame and saccharin. High performance liquid chromatographic method, Brussels, 1999.
Cromatografia líquida
Consiste na separação dos analitos por cromatografia líquida, seguida da detecção por arranjo de diodos (DAD), fotodiodos (PDA) ou por UV/Vis.
Cromatógrafo líquido de alta eficiência equipado dispositivo, automático ou manual, que permita a injeção confiável de microvolumes.
Sistema de bombeamento que permita alcançar e manter vazão constante ou programada com alta precisão.
Detector capaz de operar nos comprimentos de onda de 227nm (ácido benzóico), 259nm (ácido sórbico).
Integrador computacional ou registrador, cujo desempenho seja compatível com o restante do sistema.
Diâmetro interno: 4,6 mm
Comprimento: 250mm
Para o preparo de 1L, pesar 0,771g de acetado de amônio e dissolver em 900mL de água purificada. Em seguida, gotejar Ácido acético glacial para acertar o pH da solução para 4,2.
Transferir quantitativamente a solução para um balão volumétrico de 1L, completar o volume com água purificada e filtrar usando um filtro com poro menor ou igual a 0,45 µm.
A fase móvel é preparada pela mistura de 4 partes em volume de metanol , 3 partes em volume de água purificada e 3 partes em volume da solução de acetato de amônio 0,01M.
Preparar uma solução com os materiais de referência certificados em solução diluente contendo 480mg/100mL de ácido benzóico e 480mg/100mL de ácido sórbico.
Filtrar a solução usando um filtro com poro menor ou igual 0,45 µm e estocar sob refrigeração.
Diluir a solução estoque com solução diluente para gerar cinco soluções (P1, P2, P3, P4 e P5), com as concentrações exemplificadas na Tabela 1.
Filtrar usando um filtro com poro de tamanho menor ou igual 0,45 µm e estocar sob refrigeração até o uso.
Tabela 1. Concentração dos conservantes nas soluções de trabalho (mg/L)
|
Ponto |
Ácido benzóico mg/L |
Acido sórbico mg/L |
|
P1 |
30 |
30 |
|
P2 |
60 |
60 |
|
P3 |
120 |
120 |
|
P4 |
240 |
240 |
|
P5 |
480 |
480 |
Devem ser preparadas e analisadas em temperatura ambiente.
Devem ser homogeneizadas antes da abertura das suas embalagens.
Amostras de preparados líquidos, preparados sólidos e sucos concentrados, quando necessário, devem ser diluídas conforme recomendações do fabricante.
Devem ser desgaseificadas e filtradas usando um filtro com poro de tamanho menor ou igual 0,45 µm.
Nota 1. Diluições prévias das amostras com água purificada são permitidas, caso a concentração inicial dos analitos possam ser estimadas.
Taxa do Fluxo: 1,0 mL/min
Ácido benzóico: 227nm
Ácido sórbico: 259nm
Temperatura do formo: 35°C
Injetar 10 µL de cada uma das soluções da curva padrão e das amostras preparadas.
Realizar a análise sob condições cromatográficas estabelecidas.
Se qualquer pico de uma amostra apresentar área maior que o pico correspondente na solução da curva .mais concentrada, a amostra deve ser diluída com água purificada e analisada novamente.
Comparar os cromatogramas das amostras e dos padrões e identificar os analitos pelos seus respectivos tempos de retenção.
Calcular a equação da curva de calibração para cada analito (área × concentração em mg/L).
Calcular os resultados (mg/L), conforme equação (1):
(1)
Resultado (mg/L)=((Área da amostra − b)/a) x f
Onde,
a = inclinação da curva
b = intercepto da curva
f = fator de diluição
Expressar os resultados com uma casa decimal.
Nota 2: Sistemas automatizados vinculados ao equipamento de cromatografia podem ser programados para o cálculo dos resultados.
NTERNATIONAL FRUIT AND VEGETABLE JUICE ASSOCIATION. IFU MA-63 – Preservatives (HPLC), 2005.
CG/MS
Consiste na separação dos analitos por cromatografia gasosa, seguida pela ionização e fragmentação dos analitos pelo espectrofotômetro de massas para a determinação de carbamato de etila.
Cromatógrafo gasoso equipado com dispositivo, automático ou manual, que permita a injeção confiável de microvolumes.
Espectrofotômetro de massas acoplado capaz de monitorar os íons 62, 74 e 89 (carbameto de etila) e os íons 64, 76 e 94 (carbanato de etila deuterado).
Integrador computacional ou registrador, cujo desempenho seja compatível com o restante do sistema.
Diâmetro interno: 0,25 mm.
Comprimento: 30m.
Fase estacionária: polar de polietilenoglicol tipo DB-Wax ou similar, com partículas de tamanho máximo de 0,25 µm.
Adicionar 400mL de etanol em um balão volumétrico de 1 litro e completar o volume com água purificada.
Para 10mL de solução, pesar 20mg de carbamato de etila e dissolver em 5mL de solução de etanol 40%.
Transferir quantitativamente a solução para um balão volumétrico de 10mL e completar o volume com etanol 40%.
Homogeneizar e armazenar sob refrigeração até o uso.
Para 10mL, adicionar 50µL da solução estoque em um balão volumétrico de 10mL e completar o volume com etanol 40% .
Homogeneizar e armazenar sob refrigeração até o uso.
Para 50mL, pesar 20mg de carbamato de etila deuterado e dissolver em 25mL de solução de etanol 40% .
Transferir quantitativamente a solução para um balão volumétrico de 50mL e completar o volume com etanol 40% .
Homogeneizar e armazenar sob refrigeração até o uso.
Para 10mL, adicionar 50µL da solução estoque em um balão volumétrico de 10mL e completar o volume com etanol 40% .
homogeneizar e armazenar sob refrigeração até o uso.
Diluir a solução padrão intermediária de carbamato de etila (4.3.8) com etanol 40% para gerar cinco soluções de trabalho (P1, P2, P3, P4 e P5), com as seguintes concentrações: 50, 150, 300, 400 e 600 μg/L.
Para cada 1mL das soluções de trabalho adicionar 100μL de solução intermediária de carbamato de etila deuterado.
Homogenizar e sob refrigeração até o uso.
Devem ser preparadas e analisadas em temperatura ambiente.
Devem ser homogeneizadas antes da abertura das suas embalagens.
Para cada 1mL de amostra, adicionar 100μL de solução intermediária de carbamato de etila deuterado.
Programação de temperatura do forno da coluna (exemplo):
|
Rampa (°C/min) |
Temperatura (°C) |
Patamar (min) |
|
- |
90 |
1 |
|
10 |
185 |
0 |
|
30 |
230 |
2 |
Temperatura: 230°C.
Modo de injeção: Splitless.
Tempo de amostragem: 1min.
Temperatura da interface: 240°C.
Temperatura da fonte de íons: 230°C.
Sistema de ionização: impacto de elétrons a 70eV.
Modo de aquisição: SIM.
Corte de solvente para ligar o detector: 10 minutos.
Íons monitorados: 62, 74, 89 (carbamato de etila) e 64, 76 e 94 (carbamato de etila deuterado).
Event time: 0,30 segundos.
Período de monitoramento dos íons: entre 6 e 14 minutos da corrida cromatográfica.
Injetar 2 µL de cada solução padrão de trabalho e das amostras preparadas.
Realizar a análise sob condições cromatográficas adequadas, por exemplo, conforme aquelas descritas acima.
Se qualquer pico de uma amostra apresentar área maior que o pico correspondente no padrão mais concentrado, a amostra deve ser diluída com água purificada e analisada novamente.
Comparar os cromatogramas das amostras e dos padrões e identificar a cafeína pelo seu tempo de retenção correspondente.
Calcular a equação da curva de calibração para cada analito (área × concentração em μg/L).
Calcular os resultados (μg/L), conforme equação (1):
(1)
Resultado(μg/L) = ((Área da amostra − b)/a)x f
Onde,
a = inclinação da curva
b = intercepto da curva
f = fator de diluição
Expressar os resultados como número inteiro, sem casas decimais.
Nota 2 – Sistemas automatizados vinculados ao equipamento de cromatografia podem ser programados para o cálculo dos resultados.
INTERNATIONAL ORGANIZATION OF VINE AND WINE. Compendium of International Methods of Analysis of Spirituous Beverages of Vitivinicultural Origin. OIV-MA-BS-25 – Determination of ethyl carbamate, 2009.
INTERNATIONAL ORGANIZATION OF VINE AND WINE. Compendium of International Methods of Analysis. OIV-MA-AS315-04 – Ethyl Carbamate, 2009.
Cromatografia líquida.
Consiste na separação dos analitos por cromatografia líquida, seguida da detecção por arranjo de diodos (DAD), fotodiodos (PDA) ou por UV/Vis.
Cromatógrafo líquido de alta eficiência equipado dispositivo, automático ou manual, que permita a injeção confiável de microvolumes.
Sistema de bombeamento que permita alcançar e manter vazão constante ou programada com alta precisão.
Detector capaz de operar nos comprimentos de onda de 205nm (cafeína)
Integrador computacional ou registrador, cujo desempenho seja compatível com o restante do sistema.
Diâmetro interno: 4,6 mm
Comprimento: 250mm
Fase estacionária: sílica gel quimicamente ligada com grupos funcionais octadecil (C18), com tamanho máximo de partícula de 5µm.
A fase móvel é preparada pela mistura de 4 partes em volume de acetonitrila e 1 parte em volume de água purificada.
Se a água utilizada não tiver sido filtrada, filtrar o solvente usando um filtro para solventes orgânicos com tamanho de poro menor ou igual a 0,45 µm.
Garantir que ao solvente esteja desgaseificado antes do uso
Preparar uma solução de cafeína em água purificada com concentração de 50mg/100mL.
Filtrar a solução usando um filtro com poro menor ou igual 0,45 µm e estocar sob refrigeração.
Diluir a solução estoque com água purificada para gerar cinco soluções (P1, P2, P3, P4 e P5), com as concentrações de 0,5; 1,0; 2,0; 4,0 e 8,0 mg/100mL
Filtrar usando um filtro com poro de tamanho menor ou igual 0,45 µm e estocar sob refrigeração até o uso.
Devem ser preparadas e analisadas em temperatura ambiente.
Devem ser homogeneizadas antes da abertura das suas embalagens.
Amostras de preparados líquidos, preparados sólidos e sucos concentrados, quando necessário, devem ser diluídas conforme recomendações do fabricante.
Devem ser desgaseificadas e filtradas usando um filtro com poro de tamanho menor ou igual 0,45 µm.
Nota 1. Diluições prévias das amostras com água purificada são permitidas, caso a concentração inicial dos analitos possam ser estimadas.
Taxa do Fluxo: 1,0 mL/min
Cafeína: 205m
Injetar 10 µL de cada uma das soluções da curva padrão e das amostras preparadas.
Realizar a análise sob condições cromatográficas estabelecidas.
Se qualquer pico de uma amostra apresentar área maior que o pico correspondente na solução da curva mais concentrada, a amostra deve ser diluída com água purificada e analisada novamente.
Comparar os cromatogramas das amostras e dos padrões e identificar os analitos pelos seus respectivos tempos de retenção.
Calcular a equação da curva de calibração para cada analito (área × concentração em mg/100mL).
Calcular os resultados (mg/100 mL), conforme equação (1):
(1)
Resultado(mg/100mL)=((Área da amostra − b)/a)x f
Onde,
a = inclinação da curva
b = intercepto da curva
f = fator de diluição
Expressar os resultados com duas casas decimais.
Nota 2 – Sistemas automatizados vinculados ao equipamento de cromatografia podem ser programados para o cálculo dos resultados.
Aquino, F. W. B., Amorim, A. G. N, Prata, L. F. Determinação de aditivos, aldeídos furânicos, açúcares e cafeína em bebidas por cromatografia líquida de alta eficiência: validação de metodologias. Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas, v.24, n. 1, p. 032-038, jan.-mar. 2004.
Qualitativo
3.1 EQUIPAMENTOS
3.2 REAGENTES E SOLUÇÕES
3.3 VIDRARIA E OUTROS MATERIAIS
Tomar 100 mL da amostra descarbonatada e desalcoolizada em um funil de separação de 250 mL, adicionar 10 mL de H2S04 1:1. Esfriar. Extrair com 2 porções de 50 mL de éter de petróleo e desprezar a fase etérea. Na fase aquosa, adicionar 5 ml de NaOH 50 % p/p, esfriar e extrair com 2 porções de 50 mL de acetato de etila (usar 60 mL para amostra de cola para prevenir emulsões). Filtrar os extratos etéreos em algodão previamente lavado com acetato de etila. Evaporar até a secura.
Dissolver o resíduo em uma quantidade mínima de água e fazer o teste degustativo. Solução com sabor doce indica presença de adoçante artificial.
Expressar o resultado como Presença ou Ausência.
Cromatografia líquida.
Consiste na separação dos analitos por cromatografia líquida, seguida da detecção por arranjo de diodos (DAD), fotodiodos (PDA) ou por UV/Vis, com a quantificação realizada por padronização externa.
3.1 EQUIPAMENTO
Sistema de HPLC capaz de obter a resolução necessária:
Fase estacionária: sílica gel quimicamente ligada com grupos funcionais octadecil (C18), com tamanho máximo de partícula de 5µm.
Diâmetro interno: 4,6 mm
Comprimento: 250mm
3.2 REAGENTES E SOLUÇÕES
A solução de ácido fosfórico 1:1 é preparada pela mistura de 1 parte em volume de ácido fosfórico e 1 parte em volume de água purificada.
Para o preparo de 1L, pesar 1,36g de fosfato monobásico de potássio e dissolver em 900mL de água purificada. Em seguida, gotejar a solução de ácido fosfórico 1:1 para acertar o pH da solução para 2,8.
Transferir quantitativamente a solução para um balão volumétrico de 1L, completar o volume com água purificada e filtrar usando um filtro com poro menor ou igual a 0,45µm.
A fase móvel é preparada pela mistura de: 9 partes em volume de solução tampãoe 1 parte em volume de água purificada.
Filtrar a solução usando um filtro com poro menor ou igual a 0,45µm e estocar sob refrigeração.
Garantir que ao solvente esteja desgaseificado antes do uso.
Preparar uma solução contendo 100mg/100mL de ácido ascórbico em água purificada.
Filtrar a solução usando um filtro com poro menor ou igual a 0,45µm e estocar sob refrigeração e protegido da luz.
4.1 CURVA PADRÃO (exemplo)
Diluir a solução estoque de de ácido ascórbico com água purificada para gerar cinco soluções da curva de calibração (P1, P2, P3, P4 e P5), com as concentrações seguintes concentrações: 1, 3, 6, 12 e 24 mg/100mL
Filtrar usando um filtro com poro de tamanho menor ou igual a 0,45µm e estocar sob refrigeração até o uso.
4.2 AMOSTRAS
Devem ser preparadas e analisadas em temperatura ambiente.
Devem ser homogeneizadas antes da abertura das suas embalagens.
Amostras de preparados líquidos, preparados sólidos e sucos concentrados, quando necessário, devem ser diluídas conforme recomendações do fabricante.
Devem ser desgaseificadas e filtradas usando um filtro com poro de tamanho menor ou igual a 0,45µm.
Nota 1: Diluições prévias das amostras com água purificada são permitidas, caso a concentração inicial dos analitos possam ser estimadas.
4.3 DETERMINAÇÃO
4.3.1 CONDIÇÕES CROMATOGRÁFICAS (EXEMPLO):
Taxa do Fluxo: 0,8 mL/min
Ácido ascórbico: 243nm
Temperatura do formo: 35°C
4.3.2 ANÁLISE
Determinar a densidade da amostra, caso a expressão dos resultados seja mg/100g.
Injetar 10µL de cada uma das soluções da curva padrão e das amostras preparadas.
Realizar a análise sob condições cromatográficas estabelecidas.
Integrar os picos e comparar os cromatogramas das amostras e dos padrões e identificar o analito pelo seu respectivo tempo de retenção.
Se qualquer pico de uma amostra apresentar área maior que o pico correspondente na solução da curva mais concentrada, a amostra deve ser diluída com água purificada e analisada novamente.
4.3.4 CÁLCULO E EXPRESSÃO DOS RESULTADOS
Calcular a equação da curva de calibração para cada analito (área × concentração em mg/100mL).
Calcular os resultados, conforme equações abaixo:
(1)
Resultado (mg/100mL) = ((Área da amostra − b)/a)x f
(2)
Resultado(mg/100g) = Resultado(mg/100mL)/d
Onde:
a = inclinação da curva
b = intercepto da curva
f = fator de diluição
d = densidade
Nota 2: – Sistemas automatizados vinculados ao equipamento de cromatografia podem ser programados para o cálculo dos resultados.
Para a conversão do valor encontrado em mg/100mL para mg/100g deve-se determinar a densidade da amostra. Com esse valor, deve-se multiplicá-lo pelo resultado obtido na equação 1.
Expressar os resultados com duas casas decimais.
SCHERER, Rodrigo; RYBKA, Ana Cecília Poloni; GODOY, Helena Teixeira. Determinação simultânea dos ácidos orgânicos tartárico, málico, ascórbico e cítrico em polpas de acerola, açaí e caju e avaliação da estabilidade em sucos de caju. Quím. Nova, São Paulo, v. 31, n. 5, p. 1137-1140, 2008.
Titulométrico.
Titulação dos ácidos voláteis extraídos da amostra por arraste de vapor d’água.
3.1 EQUIPAMENTO
3.2 REAGENTES E SOLUÇÕES
3.3 VIDRARIA E OUTROS MATERIAIS
Colocar 10 mL da amostra no borbulhador e 250 mL de água destilada no gerador de vapor do aparelho de destilação. Levar a ebulição com a torneira de vapor aberta, a fim de eliminar o ar do aparelho e, eventualmente o dióxido de carbono da água destilada. Em seguida, fechar a torneira para que o vapor d’água borbulhe na amostra, arrastando os ácidos voláteis. A seguir conectar ao condensador do aparelho. Recolher 100 mL do destilado. Titular a acidez volátil do destilado com hidróxido de sódio 0,1 N, em presença de fenolftaleína.
A acidez volátil é expressa em gramas de ácido acético por 100 mL de amostra (g/100 mL) ou em gramas de ácido acético por 100 mL de álcool anidro.
A acidez volátil (g/100 mL ) é dada pela fórmula abaixo:
Av = (Eq x n x N)/10 x V
Onde
Av = Acidez volátil.
n = Volume da solução de hidróxido de sódio gastos na titulação em mL.
N = Normalidade da solução de hidróxido de sódio.
V = Volume da amostra em mL.
Eq = Equivalente grama do ácido acético (60).
A acidez volátil é expressa em miligramas de ácido acético por 100 mL de álcool anidro pela fórmula a seguir:
Av.a.a = (Av x 100 x 1000)/G.R.
Onde:
Av. a.a.= Acidez volátil em mg/ 100 mL de álcool anidro
G.R. = Grau alcoólico real (%vol.).
Nota: Podem ser utilizados, na determinação da acidez volátil, equipamentos automatizados, como, por exemplo, aparelho eletrônico de destilação por arraste de vapor.
As características organolépticas de um produto (aspecto, cor, odor e sabor) refletem a qualidade do processamento e dos ingredientes utilizados na elaboração do mesmo.
1.1 Antes da abertura da embalagem da amostra, observar:
1.2 No ato da abertura da embalagem, verificar:
Expressar como Normal ou Anormal.
Se o resultado for anormal deverá constar no campo observações do certificado de análise qual a anormalidade encontrada.
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